Como o blog já está uma miscelânia mesmo, decidi tranformá-lo também num canal de utilidade pública. Como eu gosto um pouco de reclamar (hehe), vou relatar aqui algumas experiências com serviços para apreciação. Vou começar com o telemarketing do American Express.
Nunca tive cartão de crédito e nem quero ter. Sou uma capitalista esquisita e (tento ser) controlada. De uns dias para cá o AMEX começou a infernizar a minha vida com insistentes telefonemas diários, logo durante o precioso tempo em que precisava receber muitas chamadas de trabalho. Vou escrever mais ou menos como foram as ligações.
Telefonema 1 (dia 1):
- Por favor, a Senhora Gertrudes Pitt está?
- Sim , sou eu.
- Aqui é a Fulana da American Express, informamos que a ligação está sendo gravada. Gostaríamos de te empurrar o american express sem anuidade.
- Obrigada, senhorita, mas eu não tenho interesse.
- Qual o motivo, Sra Pitt? Você trabalha com outros cartões?
- Não. Não tenho interesse. Obrigada, srta.
- Mas porque você não usa cartões de crédito?
- Não tenho interesse. Obrigada.
- Mas, Sra Pitt, não tem anuidade.
- Não tenho interesse. Obrigada.
- A American Express agradece sua atenção. Boa tarde.
Telefonema 2 (na mesma tarde):
- Por favor, poderia falar com Sra Gertrudes Pitt?
- Sim , sou eu. Quem é?
- Aqui é a Fulano da American Express, informamos que a ligação está sendo gravada. Gostaríamos de te empurrar o american express sem anuidade.
- Olha, já me ligaram hoje e eu disse que não tenho interesse.
- Mas porque, Sra Pitt? Já trabalha com outros cartões?
- Eu já respondi todas as perguntas no outro telefonema e não tenho interesse. Tem como colocar no sistema isso?
- Sra Pitt. obrigado. Tenha uma boa tarde (já com certa grosseria).
Telefone 3 (na mesma tarde):
- Por favor, poderia falar com Sra Gertrudes Pitt?
- É da American Express?
- É, sim.
- Já me ligaram duas vezes e disse que não tenho interesse.
- Pá! tu... tu... tu... (a terceira atendente desligou na minha cara, pode?)
Neste momento eu queria quebrar o telefone. Aí, decidi entrar no site da AMEX para ver se tinha como eles pararem de me ligar. Porque fazem isso até vc fazer a porra do cartão. Não adianta dizer que não quer. Aliás nem sei como esses malas conseguiram meus dados, visto que não sou cliente do bradesco nem do Amex.
É mais ou menos assim: Faz essa merda ou vamos te ligar o dia inteiro, viu dona Gertrudes!!!
Não consegui ligar para a ouvidoria e liguei para um telefone de cliente qualquer,só que já estava mega estressada e como a mulher estava tentando me enrolar eu disse assim para ela:
- Olha, vocês não gravam a ligação? Então porque não colocam os funcionários do seu Call Center para escutarem a minha gravação dizendo 'não tenho interesse' quantas vezes forem necessárias para assimilarem.
Aí veio a primeira pseudo-solução. Um serviço chamado 'não perturbe'. Em que eu dava meus dados e eles diziam que paravam de ligar. Recebi um número de protocolo. Pensei: - Que satisfatório. Como fui esperta de ter ligado para esse 0800. Aí continuaram me ligando mais vários dias. De manhã, de tarde e de noite. Porcaria! Eu dava o 'não perturbe' e desligavam na minha cara.
Então liguei de novo para reclamações do AMEX/Bradesco e me mandaram um e-mail. Hoje uma mulher me ligou e achei que era do Call Center. Que medo. Desliguei duas vezes na cara dela sem querer querendo, sabe. Mas era a mulher de lá pedindo desculpas e dizendo que vão parar de me ligar. E dando um prazo de 6 a 8 semanas, para meus dados sairem completamente do sistema. Ai, ai!
De qualquer jeito, dou o feedback para vocês depois. De repente adianta antes desse prazo ridículo.
Atualizado dia 03/01/10: DEU CERTO! Não demorou aquele prazo. Nunca mais me ligaram mesmo! : )
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Eu e a vitrine
Eu evito entrar em butiques. Evito mesmo. Mas eu caminho muito e acabo vendo as vitrines sem querer quando olho o meu reflexo nos vidros das lojas.
Aconteceu recentente na MNG. Um mês de paquera. Eu e aquele vestido. Parecia que eu estava in love com a manequim de plástico. Cada dia que passava chegava mais perto. Nem o preço assustador me afastou. Mas R$ 215 por quê? O tecido parece tão vagaba. Mas o vestido continuava lindo.
Um belo dia, a vitrine mudou: cadê você, meu amor? Minha deusa tinha sumido! Foi substituida por outra com um vestidinho também muito bonito (R$ 260), tecido igualmente vagaba. Não resisti e entrei para procurar meu flerte de um mês. Mesmo que não fosse comprar eu precisava ver que ele ainda estava ali. O tubinho preto e branco.
Entrei naquela loja enorme encontrei logo de cara. Sem corpo, num cabide: ficava meio deformado daquele jeito. Peguei e o tecido era vagabundo mesmo. Li a etiqueta e a comprovação: polyester.
O momento da compra (para mulheres, pelo menos) tem uma coisa muito emocional mesmo. Ainda bem que resisti. Agora vou ver se entra em promoção para eu ter coragem de experimentar. Porque mesmo sendo vagabundo e caro, se eu gostar, ferrou. Vou ficar pensando nele.
Aconteceu recentente na MNG. Um mês de paquera. Eu e aquele vestido. Parecia que eu estava in love com a manequim de plástico. Cada dia que passava chegava mais perto. Nem o preço assustador me afastou. Mas R$ 215 por quê? O tecido parece tão vagaba. Mas o vestido continuava lindo.
Um belo dia, a vitrine mudou: cadê você, meu amor? Minha deusa tinha sumido! Foi substituida por outra com um vestidinho também muito bonito (R$ 260), tecido igualmente vagaba. Não resisti e entrei para procurar meu flerte de um mês. Mesmo que não fosse comprar eu precisava ver que ele ainda estava ali. O tubinho preto e branco.
Entrei naquela loja enorme encontrei logo de cara. Sem corpo, num cabide: ficava meio deformado daquele jeito. Peguei e o tecido era vagabundo mesmo. Li a etiqueta e a comprovação: polyester.
O momento da compra (para mulheres, pelo menos) tem uma coisa muito emocional mesmo. Ainda bem que resisti. Agora vou ver se entra em promoção para eu ter coragem de experimentar. Porque mesmo sendo vagabundo e caro, se eu gostar, ferrou. Vou ficar pensando nele.
Baratas
Todo mundo sabe que as baratas são seres asquerosos que só aparecem quando os humanos estão em minoria e/ou desvantagem (sono, fome, etc). Eu, como sou uma pessoa notívaga, infelizmente me deparo com esses bichos escrotos (salve titãs) que não tem nem 1/1000 do meu peso ou tamanho e possuem esse imenso poder de me amendrontar.
Abomino tanto a existência e tenho tanto nojo que nem a morte delas me consola. Porque eu tenho mais asco dela amassada desmilinguida do que inteirinha. Então, o ideal é matar com veneno para não sujar o chinelo. Claro que apareceram umas por aqui ultimamente para eu falar disso. E das grandes. Quase do tamanho de ratos. E sempre de madrugada. Já detetizei a casa esse ano e o prédio também insiste que está tudo em dia, mas as malditas voadoras continuam aparecendo sorrateiramente. Regras: dormir com a barata viva, jamais. Jogar na privada sempre, e dar a descarga bem dada, caso ela ressuscite.
Depois de uma desgastante noite de luta para matar a invasora, quilos de papel higiênico e litros de álcool desperdiçados, como eu não tenho com quem reclamar (tem uma amiga que liguei às 3h da manhã, mas o desabafo não foi suficiente), o que eu faço? Vou de manhã de pijama sentar no ‘divã’ da portaria pela enéssima vez para falar com o porteiro que me olha com uma cara de ‘não posso fazer nada, sua doida’. Ridícula, claro. E subo pensando em ligar para a Insetisan, pro Procon, pro Lula, pro Obama e pro caralho a quatro (isso é brincadeira, gente)...
Mas lembro que não tem jeito e tenho que aprender a lidar com isso; a gente pensa que domina o mundo, mas elas dominam. E só andar de noite pelas ruas. Tem muita barata com suas patinhas de esgoto andando por aí. Que saco!
Abomino tanto a existência e tenho tanto nojo que nem a morte delas me consola. Porque eu tenho mais asco dela amassada desmilinguida do que inteirinha. Então, o ideal é matar com veneno para não sujar o chinelo. Claro que apareceram umas por aqui ultimamente para eu falar disso. E das grandes. Quase do tamanho de ratos. E sempre de madrugada. Já detetizei a casa esse ano e o prédio também insiste que está tudo em dia, mas as malditas voadoras continuam aparecendo sorrateiramente. Regras: dormir com a barata viva, jamais. Jogar na privada sempre, e dar a descarga bem dada, caso ela ressuscite.
Depois de uma desgastante noite de luta para matar a invasora, quilos de papel higiênico e litros de álcool desperdiçados, como eu não tenho com quem reclamar (tem uma amiga que liguei às 3h da manhã, mas o desabafo não foi suficiente), o que eu faço? Vou de manhã de pijama sentar no ‘divã’ da portaria pela enéssima vez para falar com o porteiro que me olha com uma cara de ‘não posso fazer nada, sua doida’. Ridícula, claro. E subo pensando em ligar para a Insetisan, pro Procon, pro Lula, pro Obama e pro caralho a quatro (isso é brincadeira, gente)...
Mas lembro que não tem jeito e tenho que aprender a lidar com isso; a gente pensa que domina o mundo, mas elas dominam. E só andar de noite pelas ruas. Tem muita barata com suas patinhas de esgoto andando por aí. Que saco!
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Greve
Já tenho alguns posts no forno, mas estou de greve até o próximo comentário. Nem comprando os leitores com brindes eu consigo. Só posto depois do próximo comentário.
E para atualizar, umas futilidades sobre as quais já tinha escrito a respeito:
Caminho das Índias ganhou o Emmy e a 'Garota de Rosa Shock da Uniban' ficou super famosa.
Quem diria!
E para atualizar, umas futilidades sobre as quais já tinha escrito a respeito:
Caminho das Índias ganhou o Emmy e a 'Garota de Rosa Shock da Uniban' ficou super famosa.
Quem diria!
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